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Medicina Integrativa

Dieta e saúde mental: como o que comemos afeta o que sentimos

Postado em:
11/10/2019

Oito em cada 10 brasileiros têm uma preocupação ativa com sua saúde e alimentação, como aponta uma pesquisa realizada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em 2018. Segundo o balanço divulgado, os brasileiros aceitariam inclusive pagar mais caro em um produto só por ser mais saudável. 

A preocupação com este tema não é só sentida por entidades de mercado, como a que realizou a pesquisa, mas também reflete nos levantamentos em saúde mental. Psiquiatras da Sociedade Internacional de Pesquisas em Psiquiatria Nutricional dos Estados Unidos afirmam que a dieta é tão importante para a psiquiatria como é a cardiologia, a endocrinologia e a gastroenterologia.

Os cientistas consideram que a dieta e outros fatores de estilo de vida e têm relação direta com o diagnóstico, tratamento e prevenção de doenças mentais. Atualmente, no mundo, mais de 450 milhões de pessoas sofrem de algum transtorno mental. A depressão é a principal causa mundial de incapacitação.

A ligação direta entre o que comemos e nosso bem-estar sugere que um cuidado consciente e bem orientado da alimentação e nutrição do corpo pode conduzir a um melhor estado de bem-estar. 

O trabalho da medicina ortomolecular é orientar a nutrição do corpo a partir de um diagnóstico minucioso e da desintoxicação. Cuidar da saúde física e mental e construir uma relação saudável com a autoimagem tem sido um caminho que passa cada vez mais pela maneira como nutrimos o nosso corpo. 

A saúde mental é um tema amplo e complexo e é importante lembrar que os fatores que causam distúrbios mentais, bem como os tratamentos dependem de uma série de interações psicológicas, biológicas, emocionais, ambientais e também alimentares.

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